As incríveis histórias de um Navio Fantasma

navio-fantasma_500(SEGUNDA-FEIRA), 06 de março, 20h20, Sala 3

Brasil, 2015, 26 minutos

Realizador: André Bomfim

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Sinopse: Los Angeles, 1932. Em meio à Grande Depressão, a terra do cinema prepara-se para sediar uma Olimpíada dos sonhos. Mas longe dos holofotes uma delegação tropical faz de tudo para entrar em cena. Viajaram num navio carregado de café, com total falta de recursos, despreparo técnico e emocional, e um esforço sobre-humano de superação. Mesmo não ganhando a Olimpíada, a participação da equipa brasileira deu muito o que falar.

 Prêmios: Menção Honrosa na Semana Paulista de Curta-Metragem (2015), Melhor Curta-Metragem, Edição de Som e Imagem e Uso de Material de Arquivo no Recine – Festival Internacional de Cinema de Arquivo (2015).

Biografia do realizador: André Bomfim estudou Audiovisual na Universidade de São Paulo. Tem atuado como diretor de projetos de documentário para filmes e séries de televisão, e como montador de projetos diversos, incluindo ficção. Em 2016, colaborou com o desenvolvimento do projeto transmídia Precisamos Falar do Assédio, de Paula Sacchetta. Atualmente, está realizando o seu primeiro documentário, Cipó dos Mortos​, e a série Famílias.


 Avô Crocodilo

avô-crocdilo_500(SEGUNDA-FEIRA), 06 de março, 20h50, Sala 3

Portugal, 2016, 50 minutos – Filme Inédito

Realizador: Francisco Rosas

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Sinopse: Avô Crocodilo é um documentário que pretende levar o espetador numa viagem a um dos períodos mais inóspitos da história timorense. Uma coprodução com o Centro Audivisual Max Stahl Timor-Leste que dá voz a alguns intervenientes da resistência “Maubere”.

Biografia do Realizador: Nascido em Lisboa e criado nos Açores, Francisco Rosas é licenciado em Cinema pela universidade da Beira Interior. Realizou duas curtas-metragens de ficção e um documentário longa-metragem. Fruto de uma viagem a Timor-Leste, surge Avô Crocodilo, um filme que viaja por histórias de sangue que deram forma ao sonho de um país, hoje em paz.


 Curumim

curumim_500(DOMINGO), 05 de março, 18h30, Sala 3

Brasil, 2016,102 minutos

Realizador: Marcos Prado

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Sinopse: A vida de Marco “Curumim” Archer muda drasticamente quando os 13.5 Kg de cocaína escondidos em sua asa delta foram descobertos pela polícia do aeroporto internacional de Jacarta, na Indonésia. Marco foi preso e condenado à morte. Onze anos depois, tornou-se o primeiro brasileiro a ser executado por tráfico de drogas no mundo. Curumim oferece uma jornada íntima pela vida de um homem ousado, carismático e irreverente, que optou pela vida fácil e glamorosa de um traficante internacional. Marco se arrependeu e durante os onze anos que ficou no corredor da morte acreditou que merecia uma segunda chance para recomeçar.

Prêmios: Prêmio de melhor documentário – 13th Golden Apricot

 Biografia do Realizador: Nascido no Rio de Janeiro, Marcos Prado é sócio fundador da Zazen Produções. Realizou os premiados Paraísos Artificiais e Estamira, além de produzir Tropa de Elite I e II e o premiado Ônibus 174.


 

O Próximo Samba

Próximo-samba_500(SEGUNDA-FEIRA), 06 de março, 16h, Sala 3

Brasil, 2016, 106 minutos

Realizador: Marcelo Lavandoski

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Sinopse: Este documentário retrata os bastidores da famosa Escola de Samba carioca, a Estação Primeira de Mangueira, um ícone do samba mundial. Documenta os passos que levaram esta escola até a grande vitória de 2016, após catorze anos sem ganhar um campeonato. Com a participação de Maria Bethânia, Alcione, Beth Carvalho, Rosemary e Carlinhos de Jesus.

Biografia do realizador: Marcelo começou a trabalhar como editor de vídeo na Malagueta Filmes, a maior produtora do nordeste do Brasil. Viveu no Canadá e em Londres, onde seguiu os estudos na área do cinema e realizou a sua primeira curta The Black Ribbon. Em 2015/2016 Marcelo escreveu e realizou o seu primeiro documentário longa-metragem, O Próximo Samba. Hoje vive em Lisboa, Portugal.


 

Todos

todos_500(SÁBADO), 04 de março, 16h, Sala 3

Brasil, 2016, 80 minutos – Filme Inédito [também na Mostra Social]

Realizadores: Marilaine Castro da Costa e Alberto Cassol

Sinopse: Um historiador viaja por várias cidades do Brasil e exterior em busca de resposta a uma pergunta: o que é acessibilidade? Acompanhando a trajetória de Felipe, que tem deficiência visual, vamos conhecer caminhos acessíveis e caminhos com muitas barreiras. Vamos conhecer o que pessoas com e sem deficiência pensam sobre temas como diversidade humana, educação inclusiva, cultura e tecnologias. Todos é um filme sobre pessoas e suas diferenças.

Biografia dos realizadores: Marilaine Castro da Costa Jornalista, produtora, guionista e escritora. Co-realizadora com Luiz Alberto Cassol dos documentários Grandes Médicos e Todos. Sócia da Accorde Filmes, é produtora executiva de diversas longas-metragens, como Valsa para Bruno Stein e Em Teu Nome, além de diversas séries televisivas. Cursa mestrado em Comunicação Acessível no Instituto Politécnico de Leiria. Luiz Alberto Cassol Cineclubista e realizador de filmes, séries, campanhas publicitárias, audiovisuais empresariais e videoclipes. Realizou diversas curtas-metragens e as longas documentais Janeiro 27 (codirigido com Paulo Nascimento) e Câncer – Sem Medo da Palavra.


 

Um Sonho Soberano

um-sonho-soberano_500(SEGUNDA-FEIRA), 06 de março, 21h45, Sala 3

Portugal, 2016, 76 minutos

Realizador: Gonçalo Portugal Guerra

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Sinopse: Em Agosto de 1903, o Rei de Portugal, D. Carlos I procede, mediante Carta Régia, à venda em hasta pública do Forte de São José, localizado num pequeno Ilhéu junto à cidade do Funchal. Em Outubro de 2000, o antigo Forte é adquirido pelo professor Renato Barros, que, naquela altura, não sabia que a Carta Régia documentava não só a venda da propriedade como também do domínio do Ilhéu. Da noite para o dia, o professor torna-se Príncipe.

Biografia do realizador: Gonçalo Portugal Guerra nasceu em Lisboa e estudou Cinema na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Acredita que o storytelling é sua  única forma de sobreviver à seriedade dos dias que correm. Em 2014 começou a fazer a sua primeira longa-metragem documental sobre o autointitulado “Príncipe da Pontinha”.