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Tomás Gutiérrez Alea, conhecido para muitos como Titón, foi uma das personalidades mais importantes da cinematografia de uma Cuba pós-revolução. Contando com mais de 20 metragens, divididas por entre a ficção e o documental, o cineasta abordou a crise identitária vivida por uma América rendida à globalização, assim como os inúmeros problemas oriundos do neocolonialismo.

O FESTin, em colaboração com a Lisboa Capital Ibero-americana de Cultura, apresentará uma mostra do legado de Títon, assim como o documentário-tributo concebido pela sua mulher Mirta Ibarra, «Titón: de La Habana a Guantanamera», que será exibido no Cinema São Jorge, no dia 3 de março, com a presença da realizadora.

As outras três obras que integram a retropetiva, entre os quais duas colaborações com Juan Carlos Tabio, serão projetados no Instituto Cervantes. Um dos filmes de destaque, «Fresa y Chocolate», Titón remexe na marginalidade que se encontrava sujeita a homossexualidade nos anos 90. A ser exibido no dia 8, pelas 18h30.

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